Dicas de Escrita, Dicas de Redação - Enem

Primeiros passos antes da Redação

A organização é a chave para a criação do seu texto. Independente do tipo ou gênero que você escreva. Organizar as ideias com palavras-chaves ajuda muito na hora de escrever a versão final. Definir quais pontos são essenciais também é de suma importância.

Seguindo esses passos, certamente você conseguirá êxito no seu processo de escrita!

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Até a próxima!

Agnes

Dicas de Escrita, Dicas de Redação - Enem

Como melhorar a sua escrita?

Dicas de como melhorar a sua escrita de acordo com o seu nicho de atuação ou para os seus estudos – Redação para o Vestibular, Enem, entre outros:

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1. Entenda o seu público alvo: quais são as dores, os principais questionamentos que fazem parte do público alvo que você quer atingir?

2. Leitura: leia vários textos que flertem com o seu nicho e que tenham relação com o assunto pelo qual você quer escrever. Se for a dissertação do Enem, leia muitas redações nota mil. Entenda a estrutura, as ideias e de como a pessoa construiu o projeto do texto.

3. Vocabulário: anote os termos mais usados nos textos, verbos, adjetivos, estude a forma como aquele texto chama a atenção e transforma a vida das pessoas.

4. Revisões: depois de escrever o seu texto, releia-o várias vezes; se você escrever no Word ou em qualquer outro editor de textos na hora de revisar aumente a letra e troque a fonte por outra bem diferente. Assim você identificará as repetições e palavras que não precisam estar lá. Enxugue ao máximo. Textos grandes tiram a atenção do público muito rapidamente. 😄

Até a próxima!

Agnes

Dicas de Escrita, Dicas de Estudos

Infográfico – Textos Acadêmicos

Você sempre teve dúvidas acerca dos tipos de textos acadêmicos? Nesse infográfico tem um copilado com os principais textos que um estudante verá ao longo da jornada acadêmica. Para cada tipo temos características de textos que se complementam e ajudam o estudante a organizar os seus registros bibliográficos. 😄

Cópia de Design sem nome

Até a próxima! 😉

Agnes

Dicas de Estudos

{Resenha} Como Aprendemos – Benedict Carey

Desde o final de 2018 tenho focado minhas leituras para livros abordem sobre aprendizagem. Com a criação do meu novo site Repertório, vi a necessidade de buscar mais conhecimentos nessa área, pois minha intenção é aprender técnicas e estratégias que melhorem minha forma de reter os conteúdos, e de adicional trazer dicas para os leitores.

Sempre fui uma pessoa curiosa e problematizadora. Quando terminei minha faculdade de Letras, fiquei anos só trabalhando com sala de aula e escrevendo resenhas. Os anos me trouxeram experiência na prática da docência, mas o vazio permanecia. Por que nunca consigo reter informações por muito tempo ou esqueço pontos importantes sempre que tento estudar teoria?

Então, resolvi ir atrás de livros teóricos que abordassem esse tema e descobri o livro “Como aprendemos” de Benedict Carey. O autor estudou durante anos as teorias de aprendizagem e nesse livro há uma coletânea de suas pesquisas e técnicas de estudos baseadas em vários outros autores, psicólogos, cientistas que abordam o mesmo tema. Nessa resenha, vou trazer alguns pontos que considero importante. O livro tem um conteúdo muito rico, com várias pesquisas e análises feitas durante as décadas.

Saiba mais sobre o livro, clicando aqui

 

Um dos pontos principais que o autor frisa é de que o nosso cérebro é uma máquina de aprendizagem de limitações e imensas possibilidades e possui funções sensíveis – ao humor, timing, ambiente, à localização. Ou seja, para aprender, nosso cérebro depende de vários fatores não só ligados a ele, e sim ao ambiente no qual estamos.

Ter foco, alterar o local de estudos – rotinas variadas; realizar tarefas relacionadas; são um dos pontos que Carey trata no decorrer do livro.

“o esquecimento é essencial para o aprendizado de novas habilidades e para a preservação e reaquisição de antigas.” (pg 35)

Ele retira muitos mitos de que o esquecimento é algo ruim, pelo contrário, quando esquecemos e depois tentamos recuperar as informações, nosso cérebro retém com mais afinco a informação, pois aquilo que não é revisto, é esquecido. Portanto, as revisões também são importantes para aquisição do conhecimento.

Cada alteração da rotina enriquece ainda mais as habilidades em prática, tornando-as mais nítidas e acessíveis por mais tempo. Esse tipo de experiência em si reforça o aprendizado e torna seu conhecimento cada vez mais independente do entorno.” (pg 56)

Outro mito que ele desmistifica é acerca de que deve se estabelecer uma rotina fixa nos estudos. Mudar os horários, os locais do estudos, acessa áreas do cérebro que ajudam na retenção, pois saímos do modo automático e da zona de conforto. Assim, sempre que você for estudar, altere os locais (sala, quarto, varanda, biblioteca) e se possível o horário também; nosso cérebro não gosta de rotina. Contudo, é necessário manter a consistência. Mudam-se os lugares, permanece o foco no estudo.

“A técnica é chamada de aprendizagem distribuída ou, mais comumente, o efeito de espaçamento. As pessoas aprendem e mantêm o conteúdo por muito mais tempo quando distribuem — ou “espaçam” — seu tempo de estudo que quando o concentram.” (pg 57)

Uma das técnicas que o autor explica durante os capítulos  é também relacionada ao espaçamento do tempo nos estudos e os ciclos de revisões. Ao organizar os seus estudos, é importante que se dê um espaço de dias ou semanas (depende do seu ritmo de estudo), para que o cérebro associe que o que você aprendeu tem relevância.

distração também é tratada pelo autor como algo bom e produtivo. Estabelecer intervalos entre os conteúdos estudados, e ir fazer outras tarefas mais leves (mexer no celular, ver televisão), além de trazer descaso a mente, revitaliza e proporciona mais disposição para o estudo. Sempre que se sentir cansado e exausto, separe 15 minutos para fazer coisas aleatórias e depois retome o que aprendeu.

Benedict Carey traz ainda outros temas relacionados à aprendizagem motora e a linguagem, importância do sono, entre outros.

Um livro necessário para aqueles que desejam aprender a aprender!

Até a próxima!

Agnes

Post publicado em Gotas de Epifania

Dicas de Estudos

#1 RESOLVENDO QUESTÕES DE CONCURSO (VUNESP) – LÍNGUA PORTUGUESA

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Nesse vídeo, mostro alguns passos de como acertar questões de compreensão e interpretação de textos de múltipla escolha. Se você seguir essas dicas, certamente não perderá tempo lendo várias vezes o texto, ganhando mais tempo.

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Até a próxima!;)

Agnes

Dicas de Escrita, Dicas de Estudos

{Dicas de Escrita} O que fazer antes de escrever?

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O processo de escrita tanto acadêmica quanto nos diversos ramos da nossa vida pessoal e profissional, é um eterno processo de construção e evolução. Conforme nossas experiências de vida e de leituras de mundo são “armazenadas” em nosso interior, adquirimos mais repertórios e assim nossa escrita além de nos transformar e expor o que pensamos, também transforma o outro. Saber escrever vai além de dominar as regras gramaticais. Para que ela tenha sentido é necessário engajamento e conhecer muito bem o público que se destina o tipo de mensagem que você quer passar. A frase “Cada um oferece o que transborda de dentro de si”, faz muito sentido, pois só escrevemos aquilo que temos a oferecer ao outro.

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Segundo o Manual de Redação do Enem o “Repertório Sociocultural” é todo o nosso conhecimento de mundo e cultural acerca da condição humana. É reunião de juízos de valores que adquirimos conforme nossas experiências empíricas e analíticas são formadas.
O repertório vai além de decorar formas e concepções de livros; ele é a sua resposta a tudo no mundo que fere a dignidade humana, que retira o espaço do outro, nega, destrói. Quando o Enem e diversos vestibulares trazem temas da nossa atualidade que necessitam de propostas de intervenção, é necessário que a pessoa mergulhe profundamente nas questões sociais e enxergue o outro.
A receita para se conquistar o repertório não existe. Cada um assimila e vê os fatos de uma forma, a partir dos seus juízos de valores e de argumentos que acredita que sejam os mais possíveis para se viver em sociedade. Fugir do senso comum talvez seja um passo importante para a conquista do Repertório. Estabelecer links, argumentar, ir além da superfície e investigar os assuntos não só atuais, mas históricos. É ter um olhar clínico. 😉

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Para aprimorarmos a escrita em âmbitos da nossa vida pessoal ou profissional, é necessário definir o público no qual a sua escrita se destina e a partir disso, trabalhar o desenvolvimento do seu vocabulário e a estrutura do texto. Uma escrita afetiva é aquela que conversa com o leitor de uma forma leve que impacta e transforma. Nem sempre um vocabulário erudito e bem elaborado alcança o público. Resumindo alguns passos que considero essenciais:

1. Definir o seu público alvo;
2. Ler outros textos que dialoguem com o tipo de escrita que você quer ter;
3. Anotar o vocabulário mais utilizado para o tipo de texto que você deseja produzir;
4. Síntese: quanto mais sucinto e claro o seu texto tiver, mais ele será lido.
5. Treino da escrita: quanto mais textos você escrever, mais a sua escrita evolui. Nada se consegue sem treino. A inspiração vem com muito trabalho e suor.
6. Criar um blog e postar seus textos pode ser um forma de receber feedback e assim aprimorar a sua escrita. Atualmente tenho 2 blogs que se destinam a públicos diferentes e assim treino também maneiras de atingir mais públicos. Existem vários domínios gratuitos. 😄

E você? Quais passos considera importante na hora de elaborar um texto?

Até a próxima!

Agnes

Dicas de Estudos

Questões de Concurso – Como Interpretar?

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Quando a banca elabora uma prova, seja para Concurso, como para Vestibulares e Enem, é preciso refletir sobre o objetivo da mesma que nada mais é do que selecionar pessoas que sejam capazes de interpretar textos, leis, cálculos matemático, regras gramaticais, entre outros, de forma eficiente sem se deixar levar pelos Distratores. Para isso, precisamos sempre ler os editais e resolver questões de múltipla escolha a fim de que a nossa memória possa estabelecer conexões com os conteúdos e com a estrutura das questões. Essas provas testam diversas habilidades e também o nosso conhecimento acerca das situações-problemas propostas.

Alguns pontos que devemos sempre nos ater em uma prova classificatória:

Estrutura das questões;

▶Instrução: quais palavras são as mais utilizadas na formulação das questões;

▶Suporte (texto) ou recurso visual (imagem, charge) que podem ser utilizados como elementos de comparação;

▶Enunciado – atentando-se ao que se pede.

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Os Distratores são as alternativas que “distraem” o candidato e o atraem para a resposta incorreta. A função dos distratores é avaliar o nível de concentração e foco, principalmente o de interpretação de texto.

Muitas vezes no enunciado temos palavras que contradizem o texto, afirmam ou negam algo. Por isso é necessário que o candidato, antes de ler as alternativas, leia com muita atenção as instruções e o enunciado para identificar o que realmente se pede.

Nosso cérebro tende a sempre marcar a resposta baseada no senso comum (aquela que parece mais óbvia), mas a função do distrator é essa, confundir e te levar a resposta que parece ser a certa, porém a resposta pode ser a que você menos imagina, por conta de uma vírgula ou sinônimo que foi trocado entre as alternativas. O certo nesses casos é não confiar no senso comum, e sim ir analisando e eliminando cada questão. Analisando uma por uma, até encontrar a resposta que venha de encontro com o enunciado. 😉

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As questões de múltipla escolha seguem normalmente um padrão:

Instrução: ela vem propriamente antes do texto e costuma ter as palavras “assinale”, “observe”, “analise”, etc.

Suporte: São os recursos visuais e textuais como o texto, a imagem, o desenho, a charge, entre outros. A questão pode ter mais de um suporte e ele é um componente essencial para a estrutura da questão.

Enunciado: Depois da instrução e do Suporte, a questão conta ainda com o enunciado que traz mais informações do texto e o que se pede para responder de forma correta. Ele é o estímulo que vai levar o candidato a responder a questão.

A Instrução e o Suporte nas questões são fatores importantes e que necessitam de muita atenção, pois podem apresentar um vocabulário formal e sinônimos de palavras que não estamos acostumados a ver. Por isso é importante fazer os exercícios e os testes para que o candidato construa com o tempo o vocabulário e aprimore suas habilidades com a interpretação de textos. 😉

Até a próxima!

Agnes

Dicas de Estudos

|Dicas de como ler melhor| Níveis de Leitura

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Os níveis de leitura estão relacionados a forma na qual lemos e nos aprofundamos no assunto do texto.

Quando estamos diante de textos longos e com uma linguagem complexa, principalmente em provas avaliativas/múltipla escolha(concurso, vestibular, enem), é comum ficarmos perdidos, ou sem o entendimento completo do texto, principalmente quando estão relacionados a imagens, outros textos, etc.

Ler é uma ATIVIDADE ATIVA E COMPLEXA, precisa de atenção, comprometimento, técnicas que o levem a ler melhor. E isso só conseguimos lendo, fazendo conexões com outros textos.

Os níveis de leitura podem ser interpretados como uma escada, cada degrau representa um nível de complexidade. Mortiner J. Adler no livro “Como ler livros”, teoriza os níveis de leitura e ao mesmo tempo elucida temas que nos ajudam a ler melhor e com rapidez.

Basicamente temos 4 níveis de leitura: 1.Elementar/ 2. Inspecional/ 3. Analítico /4. Sintópico.

 

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ELEMENTAR – é aquela leitura inicial, ou seja, seria a leitura pela decodificação das frases e do significado superficial. Normalmente é a primeira leitura, básica, sem um aprofundamento nos subtendidos e nos pressupostos.

 

Conheça mais o livro:

Clique aqui

 

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O segundo nível:

INSPECIONAL, é aquele que normalmente folheamos o livro, em busca de informações chave para identificarmos se o texto será ou não de valia.

A leitura inspecional seria aquela primeira impressão que temos do que lemos só passando os olhos, observando o índice e a partir disso, separando os temas mais importantes para lermos/estudarmos. É um nível para nos situarmos no assunto do livro e é um importante passo, pois é nele que vamos escolher se é necessário ou não a leitura.

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Os níveis já vistos foram ▶Elementar e ▶Inspecional. Ambos estão em níveis mais básicos. O primeiro decodifica as frases e o segundo faz aquele leitura mais atenta aos temas, folheando as páginas para se ter um noção do assunto que trata o livro, ou o texto a ser lido.

O terceiro nível:

 ▶ANALÍTICO: visa uma leitura mais minuciosa, atenta a todos os temas explorados no texto. Nessa o leitor vai além do texto e explora seus subtendidos e pressupostos, a intencionalidade, finalidade, ele analisa a construção semântica (de sentidos) do texto/livro.
Esse tipo de leitura exige muita concentração e atenção do leitor, e envolve ler mais de uma vez o texto para compreendê-lo.

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 ▶SINTÓPICA é aquele em que o leitor consegue estabelecer conexões com outros livros e encontrar referências que o liguem com outros textos/linguagens. Por exemplo, quando você lê um clássico é normal fazer conexões com outros livros, pois durante os anos os escritores buscaram referências na fonte. A Bíblia também é um deles. Quantos filmes, séries, livros ainda contam as histórias presentes nela? 

Na leitura sintópica, o leitor consegue identificar essas relações, não só com os livros de ficção, mas todos os tipos (teóricos). Ele vai além da leitura analítica, pois além de analisar o livro/texto minuciosamente, ele sabe relacioná-lo com outros livros ou textos.

Quando você chega nesse nível, é mais fácil de reter as informações e permanecer na memória de longo prazo, devido as conexões feitas ao longo da sua vida.

E como chegamos nesse nível?

Com muita leitura crítica; anotando, refletindo sobre o tema estudado, levando os assuntos para a nossa vida prática, tendo uma relação emocional com o que você Aprende. 📒✏😊

Gostou dessa série de posts? Comenta aqui quais foram as leituras que você já fez conexões com outras. ⤵

Até o próxima!

Agnes

 

Dicas de Redação - Enem

Enem| Vestibular|Dicas de Redação

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Toda vez que nos deparamos com uma proposta de redação é muito importante planejarmos o✏ PROJETO DO TEXTO , que nada mais é do que o esboço, o corpo da sua redação.

Um dos primeiros passos é identificar o Tema que está na proposta a partir de Palavras-chave e da Frase temática. Na proposta já temos uma boa noção do que poderá ser escrito.
Por exemplo se o tema for: Preconceito no Brasil, você pode inverter esse tema e transformá-lo em uma pergunta:

Existe preconceito no Brasil? Como? De que forma ele acontece? Como surgiu?

Depois, procurar nos textos de apoio palavras-chaves, datas, conceitos, dados que podem ser usados no desenvolvimento e principalmente nos argumentos. Mesmo que você não saiba muito sobre o assunto, buscar essas pistas nos textos de apoio e nas imagens ajudam muito na hora de elaborar o esboço. Feito o esboço em cima do tema, agora é o momento de pensar os caminhos do texto autoral. Você é capaz de criar um texto com todas essas informações?

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Na dica acima, observamos o quão importante é a leitura da proposta e do tema, buscando pistas e possíveis argumentos nos textos de apoio para servir de base ao seu texto.

Quando falamos de texto autoral, é necessário que o aluno tenha em mente que o texto precisa de uma sequência que leve a uma proposta de intervenção conectada com a introdução. Para isso, depois de estruturar o seu texto é preciso organizar também:

1. Introdução: que tipo de tese (pergunta) vou elaborar para que a conclusão tenha sentido. Aqui cabe também inserir argumentos de autoridade (tese de algum autor), dados, questionamentos.

2. Desenvolvimento: a partir da minha introdução o que eu posso desenvolver com argumentos sólidos (tese de outro autor, exemplos, dados históricos…)

3. Conclusão: Depois de percorrer o caminho da introdução e do desenvolvimento como posso fechar o meu texto? O que posso escrever de “solução” para resolver ou amenizar o problema proposto pelo tema? Qual é a minha contribuição diante do que foi exposto?

Fazer perguntas durante cada processo antes de escrever a sua redação pode te trazer insights valiosos que vão te ajudar na hora de passar a limpo a sua redação. Respeitar cada processo e ir com calma ao elaborar as suas ideias é primordial na busca da nota mil. 😉

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Finalizando as dicas de como elaborar o seu ✏Projeto de Texto, antes de escrever a versão final da sua redação, é importante frisar a Proposta de Intervenção, que nada mais é do que a Conclusão do seu texto.

Toda proposta de intervenção precisa de um DETALHAMENTO, ou seja, além de ser um complemento da sua tese (responder a sua pergunta lá da introdução), você precisa responder a 3 perguntas:

1. O que fazer? (Para amenizar o problema), pode ser por meio de informação, conscientização, formação…

2. Como fazer? (A partir do quê?), através de Campanhas, palestras, seminários…

3. Quem vai fazer? Tv, Estado, empresas? Poder Legislativo?

Depois de respondida as questões, você deve construir de 2 a 1 parágrafo explicando como serão feitas as soluções para que o problema (tese) seja resolvido. E finalizar retomando a sua introdução para que o seu texto seja válido e que tenha um sentido, que gere valor e conhecimento ao leitor(no caso) o corretor que vai analisar a sua redação.😉

Gostou das dicas?

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Até o próximo post! 🙂

Agnes

 

Dicas de Estudos

Quais são os benefícios da leitura?

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A leitura, infelizmente, ainda não é prioridade na vida dos brasileiros. Segundo a pesquisa do Retratos da Leitura no Brasil, 4º edição, apenas 56% dos brasileiros são leitores, isso que a pesquisa considera leitor “aquele que leu, inteiro ou em partes, pelo menos 1 livro nos últimos 3 meses.

O ato de ler leva em consideração muitos fatores, como alto nível de concentração, imersão na narrativa, gosto literário, entre outros. Para que a leitura seja prazerosa, ela necessita de atrativos e saber dos seus principais benefícios já é um passo para incentivar os nossos amigos, parentes e afins :):

1. Faz você ganhar tempo: com a leitura temos acesso aos fatos e emoções que levariam anos para experimentá-los;

2. Permite que você acelere o tempo: vivenciamos a linha temporal de várias vidas e fases: da infância à terceira idade;

3. Você pode avaliar a sua vida em relação a dos outros: nos faz cidadãos do mundo, conhecemos culturas, realidades diferentes e com isso adquirirmos empatia, e exercitamos a alteridade, sem o outro não sou o mesmo.

4. Você vê a vida a partir de vários pontos de vista: do vilão ao herói e aprende a viver melhor consigo e com outro.

5. Cura-nos da solidão: melhor companhia não existe. 📚

Referência: site – the school of live.

Se você conhece alguém que ainda não conhece as maravilhas da leitura, mostre esse post :).  Que o nosso país tenha cada dia mais pessoas que se aventure nesse universo mágico e transformador! 😉

Até a próxima!

Agnes